Metamorfose

Eu sou uma metamorfose ambulante E com está linda música que foi escrita por Raul Seixas, vos questiono: • quem aqui já nasceu tal como esta agora? • Com as mesmas opiniões, idéias e sentimentos? • Quem aqui nunca mudou de opinião? • Quem nunca Amou e depois odiou... Ou vice-versa. Então podemos assim concluir que somos uma eterna metamorfose ambulante. Em que estaremos em constante metamorfose, ou seja... Em transformação, pois somos psique (borboletas). E que todos aqui iremos preferir estar nesta metamorfose do que estarmos estagnados. Pois todos ansiamos deixar o nosso casulo e nos transformarmos em uma linda borboleta e voarmos... Mas para que possamos voar... precisamos da metamorfose. Assim é a subjetividade humana... esta eterna metamorfose ambulante... Para concluir “A metamorfose, que institui o novo – mesmo que imperceptível – faz repercutir as disparidades de todas as coisas entre si. O homem, indissociável da natureza, é uma forma composta pelos fluxos mutantes, em devir. A verdade, como construção humana apresenta-se plural e transitória” (STREY et al, 2013). Referências: AL, Marlene Neves Strey Et et al. Psicologia social contemporânea: livro-texto. Petrópolis Rj: Vozes, 2013. METAMORFOSE AMBULANTE. Música: Metamorfose Ambulante. SÃo Paulo: Som Livre, 1973. (3 min.), P&B. Disponível em: <https://www.letras.mus.br/raul-seixas/48317/>. Acesso em: 24 abr. 2020.

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